Muitas vezes ouvimos,”só visto, que contado ninguém acredita!”. O que hoje vos vou escrever enquadra-se perfeitamente nessa frase.
* Escola Preparatória de Porto de Mós, assim se chamava no meu tempo.
Alguns meninos do 5º ano, numa aula de substituição de História (afinal sempre servem para alguma coisa!) aprendem que ainda existem descendentes da Monarquia Portuguesa vivos. Surpreendidos com a explicação, decidem escrever uma carta a D.Duarte Pio de Bragança a perguntar-lhe se estaria disponível para visitar a sua escola. Para surpresa dos meninos, D.Duarte aceita. Até aqui tudo bem, mas como os adultos gostam de complicar, esta visita gera grande confusão, chegando ao ponto de colocar em causa a utilidade da visita, e que tal personalidade, seria uma afronta ao conteúdo programático do 5º ano.
Apesar de tudo, D. Duarte Pio é esperado no próximo dia 9 na Escola Preparatória de Porto de Mós.
** Em 2005, ficámos a saber que nesta “legislatura”, Porto de Mós iria ter uma escola profissional para resolver o problema do abandono escolar e dotar os jovens do Concelho das competências necessárias para colmatar a necessidade de mão-de-obra capaz nas empresas do Concelho. Escola essa que iria funcionar na Escola Preparatória. Qual não é o “espanto”, digo eu, que a um ano do terminus da “legislatura”, da escola profissional ainda nada! No entanto, há uma “inovação” que ninguém quer apadrinhar e ninguém sabe de onde vem, sendo, por isso orfã, a saber,
- colocar turmas do 7 º ano na “Corredoura” e turmas do 5º e 6º na “Vila”.
Se ninguém concorda com a “inovação”, qual a razão para continuar a falar do assunto? Então e a escola profissional, já não é prioritária?
*** Muitos dos Pais e jovens dançarinos que participaram no “Vem dançar”, no Cine-Teatro de Porto de Mós, foram para casa mais cedo sem verem o espectáculo todo. Esta situação ficou a dever-se ao simples facto da organização não ter previsto a reserva de lugares na plateia para os jovens que participaram em primeiro lugar. Quais responsáveis pais, não ficam descansados ao saberem que os filhos se encontravam algures no interior do edificio ou na rua, à chuva, pois chovia a bom chover, naquela noite. Esta situação é tanto mais estranha, quando alguns dos pais se encontravam na disposição de comprar antecipadamente os ingressos, para os seus filhos, ao que lhes foi dito que não seria necessário. A palavra “profissionalismo”, na boca de algumas pessoas, soa a anedota genuína!
**** “Last but not the least”, a Casa Velório de Porto de Mós. Afinal a localização ainda não está definida.
Ao ler o último “O Portomosense”, quase pensei que estava a ler a versão 1 de Abril!, então depois de tantas certezas e tão poucas dúvidas, a localização da Casa Velório ainda não está decidida, mas… “em principio será lá(morro Sto António)”. Em relação a este ponto, não tenho muito a dizer senão que esta questão já faz parte do anedotário do Concelho e que não havia necessidade de tanta irresponsabilidade!