Monday, December 24, 2007

Poema ao Natal!

poema escrito por: João Carlos Nunes Oliveira

Este Natal, tão especial
Não vamos desanimar,
Vamos lá festejar!!!
Olhem lá quem já chegou,
É o velhinho Pai natal,
Vamos rápido pôr a meia na chaminé,
Não vá ele ver-nos de pé!
O Presépio já está pronto,
O Menino Jesus, a Maria e o José
Que estão no estábulo
Do Sr. André.
A árvore de Natal está tão  linda,
Toda a gente a aprecia,
Bolas, fitas, bonecos, …
Sem esquecer a Estrela que brilha bem lá no alto.
Perú e Bacalhau na mesa
Já se encontram,
Na tabela da liderança,
São os campeões dos melhores apetites.
O calendário marca no folheto de hoje,
Dia 25 de Dezembro!
É verdade, já é Natal.
Coisas boas, o tempo passa a correr,
Depressa, já só faltam 3 minutos
Para a passagem de ano.
3, 2, 1 …
Ano novo, vida nova
É tempo de alegria!
O Natal já acabou,
Mas as férias ainda duram,
É sempre bom aproveitar as coisas boas da vida
Pois elas passam depressa …

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Monday, December 17, 2007

Abram alas para os Avós!

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Abram alas para os papás!

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Abram alas para os putos!

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“Natal na Vila Forte”

Leiria tem a Aldeia Natal, Óbidos a Vila Natal e porque não tem Porto de Mós qualquer evento turístico relacionado com esta quadra natalícia?

Em Leiria, as tendas para as crianças estão engraçadas, mas falta-lhes a magia característica desta época. De facto, é agradável e salutar ter actividades de entretenimento para crianças, que incluam áreas actuais sobre o ambiente e a reciclagem, assim como os tradicionais desenhos e pinturas faciais, mas isso já entra na rotina escolar ou até caseira. Os jogos de computador também já não são novidade para grande parte deles.

Ao contrário desta Aldeia de Natal de Leiria, Óbidos faz-se primar pelas actividades enquadradas na temática do Natal, que ficam apenas no imaginário de cada um de nós, guardadas o ano inteiro, e que só são desempoeiradas nesta altura, quando temos por hábito montar a árvore de natal e arranjar a sua decoração. No fim de contas, são sons e imagens que trazemos desde a infância e que gostamos sempre de recordar e partilhar com os nossos.

Brincar é o conceito chave deste evento, que promove o regresso ao eterno imaginário  dos contos e brincadeiras ao sabor da neve, ainda que  artificial. Os amigos do pai Natal, esses mágicos duendes, que trabalham na fábrica das prendas, a pista de gelo onde podemos deslizar os patins, cair vezes sem conta e rirmos de nós próprios pelas figuras desajeitadas. As modernices também entram, embora com moderação, para não deixar escapar o gosto dos mais pequenos, que já perguntam pelos insufláveis. Para quem gosta de trazer uma recordação, ou um miminho para alguém especial, que não pode estar presente, há sempre as lojas encantadoras da Vila, onde pude constatar as preocupações ambientais, com alguns objectos feitos de material reciclado a partir dos resíduos gerados pelos visitantes, assim como as tendas comerciais do evento, onde podemos sempre optar por um polar ou cachecol com desenhos alusivos. Pode, ainda, optar-se, e fica, desde já a sugestão, da famosa e saborosa ginjinha, com a vantagem de beber em copinho comestível de chocolate. Há a casa da Música, com espectáculos, a Exposição de Presépios, o Carrossel Mágico e as Oficinas de Natal, entre muitos outros encantos.

Enfim, pode passar-se um excelente dia em família, de forma e brincar ao faz de conta. São milhares de pessoas que vêm de vários pontos do país e deixam a sua contribuição à autarquia, aos restaurantes da Vila e que vão certamente promover a iniciativa e referir a terra de Óbidos.

Enquanto almocei, numa esplanada, umas belas bifanas no pão, porque já tinha esgotado a sopa, não pude evitar de ouvir a conversa dos meus vizinhos de mesa, por sinal residentes em Óbidos, que comentavam com satisfação o impacto desta iniciativa, porque já trazia espanhóis ao evento.

Se assim é, porque se contentam os Portomosenses com as sempre iguais e nada inovadoras Festas de S. Pedro? Porque não promover iniciativas desta natureza e calibre, para que os limites do Concelho sejam largamente ultrapassados e superadas todas as verdadeiras expectativas? A única resposta que me ocorreu, foi falta de iniciativa!

Imaginei, de imediato, uma pista de gelo em frente aos Paços do Concelho,  zona histórica fechada ao trânsito, devidamente enfeitada, repleta de barraquinhas temáticas, o Castelo cheio de actividades relacionadas com o Natal, um comboio para as crianças ou porque não, para transportar os visitantes desde os parques de estacionamento até ao “Natal na Vila Forte”. Enfim, todo um conjunto de actividades que desse vida à zona histórica, que não prejudique o descanso dos residentes, com horários compatíveis, e que se prolongasse por alguns dias.

Fica aqui o reparo!

Posted by Pedro Oliveira at 07:36:57 | Permalink | Comments (8)

Friday, November 23, 2007

O consumismo do Natal

A Euforia já começou, os grandes espaços têm os enfeites de Natal “ligados” desde o fim de Outubro, qualquer dia acaba a época balnear e já temos publicidade ao Natal… Só se vê gente com sacos, crianças a chorar, pais a ralhar, é o chamado “stress” Natalício!
Estava eu a preparar um texto sobre o consumismo desta época e a campanha agressiva nas televisões em relação aos brinquedos e eis que me chega por mail um excelente texto sobre esta temática, agradeço à pessoa que mo enviou e vou reproduzi-lo na integra, vale a pena ler:

É preciso pensar nos consumidores do futuro

Por Dr.ª Marta Aguiar
Gestora de Conteúdos

Desde crianças que os consumidores estão habituados a lidar com marcas e produtos diferentes.

Para os mais novos, as roupas, os brinquedos e determinados tipo de alimentos são os produtos que mais atraem a sua atenção.

Tal como os adultos, as crianças e os jovens estão cada vez mais exigentes e possuem hábitos de consumo específicos. Por isso, as marcas demonstram uma preocupação constante em agradar ao público infantil.

De acordo com um estudo da TNS InterScience, 80 por cento das crianças influenciam os pais na hora da compra de produtos, enquanto 63 por cento têm influência na compra de determinadas marcas.

O público infantil está preparado para decidir questões como a marca e a qualidade dos produtos.

Este facto é determinante na sua vida adulta: as crianças que já têm hábitos de consumo enraizados serão consumidores adultos mais criteriosos e exigentes.

O consumo infantil rege-se por aspectos que, apesar de diferentes, são semelhantes aos critérios dos adultos - personagens famosas, anúncios de televisão, ofertas na compra de um determinado produto, cores e música utilizadas no anúncio - tudo isto influencia o desejo da criança querer ou não adquirir aquele produto, daquela marca.

No entanto, a criança tem um critério de qualidade muito apurado «a criança não compra pelo personagem se o produto não for bom», refere Ivani Rossi, coordenadora da investigação.

Isto significa que a criança tem de gostar do produto para o comprar e, por conseguinte, este tem de ter qualidade senão não será o escolhido.

Assim, as empresas têm um longo trabalho a desenvolver, pois se a qualidade é um factor presente nos consumidores mais novos, a tendência é para que este critério seja cada vez mais forte e decisivo na escolha de produtos ou marcas enquanto consumidores adultos.

Actualmente, a globalização, assim como as tecnologias de informação, permitem aos mais novos um melhor acesso à informação e às variadas opções de consumo que existem.


(Fonte: Mundo do Marketing)

http://www.dashofer.pt/news/GE/NL_GE149/NL_GE149.htm
 

Posted by Pedro Oliveira at 07:22:12 | Permalink | Comments (1) »

Thursday, December 21, 2006

Porque é NATAL?

Recebi em casa, por estes dias, um postal de Natal de uma pessoa amiga, professora reformada, de Coimbra, onde expressava os seus votos de Boas Festas para a família. Trata-se de uma senhora, que foi há muitos anos, professora da minha esposa, e, desde essa altura, cultivou o hábito de nos escrever, nesta época, valha-nos, por isso, o Natal, um postal, dando conta das novidades ao longo do ano. É uma senhora de nobre personalidade, de carácter e bons princípios, o que, infelizmente é raro nos dias de hoje, de espírito aberto, muito dinâmica e, acima de tudo, sempre disposta a dar a mão a quem mais precisa. Uma das suas melhores qualidades, que me referem, é o seu sentido de justiça.
Ao longo das linhas que, este ano, nos dedicou, e que tanto gosto tenho em ler, a determinada altura, escreveu o seguinte…” Eu faço mil e uma coisas e, entre elas, voluntariado. Pobres, há, mas os mais pobres são-no por deficiência de mentalidade, que os impede de gerir o pouco que têm, mas que, por vezes, chegava bem. Imaginem que há pobres que vão de táxi buscar os bens do banco alimentar…
Há, sobretudo, gente que sofre de solidão. Alguns nem nos ouvem, nem precisam que falemos. Querem apenas, que as oiçamos. O verbo ouvir é o grande verbo do voluntariado.
Este Natal cabe-me fazer feliz o João, de 4 anos, a Juliana, de 4 meses e a mana de 12 anos, com uma mãe de 32 anos, com um cancro no estômago e vivendo apenas de um salário de pedreiro, do pai. Porém, do que mais sofre esta mulher, é da clausura das suas paredes, por não poder trabalhar fora de casa. E psicologicamente está a ficar cada vez mais deprimida.
Abrindo os olhos em redor, vejo que há mais pessoas assim. Oxalá vão encontrando auxílio.”
Fiquei emocionado, por saber que alguém próximo, com filhos e netos está disposto a acolher na sua casa uma família carenciada. Um grande bem aja a esta Mãe, Professora e Avó, de quem os seus mais que tudo deverão orgulhar-se, acima de tudo desta pessoa.
Estas palavras, provocaram, em mim, um arrepio geral, fizeram pensar-me no que tenho de melhor na vida, esposa e dois filhos maravilhosos, a quem frequentemente lhes digo que são os melhores do mundo. Parei, por instantes para olhar em volta, e reflectir sobre o mundo egoísta em que vivemos, onde, imagine-se, até os que mais precisam, se dão ao irreflectido “luxo” de ir de táxi buscar os alimentos, que alguns contribuíram, à custa do seu esforço.
Por outro lado, o som forte e real destas mesmas palavras, fizeram recuar-me à infância, onde o Natal era celebrado em e com a família. Comemorava o nascimento do Menino Jesus, à meia-noite ia à Missa do Galo e só abria as prendas na manhã do dia 25 de Dezembro. Hoje, festeja-se, não se comemora!, o Pai Natal, os enfeites luminosos e musicais, entre outros adornos, vendidos nas lojas dos Chineses, esse povo que vem de tão longe, com crenças e hábitos tão diferentes dos nossos e, mesmo assim, nos tenta com mil e um artefactos vindos da Ásia, a preços imbatíveis e que só não revelam o nome das muitas pequenas mãos que os manufacturaram. Não sabemos em que condições foram fabricados e nem que retribuição tiveram os seus primeiros manuseadores. É o tempo do Noddy e do Bob, o construtor. A Leopoldina, também, que, através das campanhas publicitárias e outros eventos, lá nos vão dizendo e convencendo que parte do dinheiro recebido, pela compra dos seus produtos, reverterá a favor de instituições para crianças. Espero bem que sim, pois não é assunto para brincadeiras e as crianças doentes e mais desfavorecidas, em nada têm culpa da sua condição.
Seja como for, dei comigo a pensar que as crianças de hoje, sim, as nossas crianças, entendem que, nesta quadra natalícia, se festeja o aniversário do Velho de barbas brancas, fato vermelho e que se faz anunciar com um Oh, Oh, Oh! Não duvido mesmo nada, que a sua maioria saiba o nome das renas que puxam o trenó do Pai Natal, que se passeia pelos céus na noite de Natal, mundo fora. Já a mesma certeza não tenho sobre o nome dos três Reis Magos, nem tão pouco quais as suas origens. Muito poucos saberão quais os presentes que ofertaram ao Menino e em que data se assinala esse acontecimento.
Como era bom voltar a festejar o nascimento do Menino, nas palhas deitado, ladeado pela vaca, pelo burro e pelos seus pais, em vez de nos dedicarmos ao consumismo desmedido e ao supérfluo, onde a fasquia da bitola é dada pelo número de prendas, grande parte delas, são aliás, desnecessárias e não trazem qualquer valor acrescentado ao seu final destinatário. No caso das crianças, uma vez mais, os brinquedos oferecidos são apenas, o reflexo do pouco tempo que lhes é dedicado, e nem sempre são construtivos ou educativos, apela-se apenas ao sentido da aparência exterior, não ao conteúdo, nem à mensagem inerente.
Da minha parte, prometo que vou reforçar aos meus, qual o verdadeiro significado desta quadra e vou trocar a tradicional árvore de natal, com os seus lindos e deslumbrantes enfeites, pelo musgo, com o seu aroma fresco, e pelas figuras do presépio, onde se retrata a verdadeira história desse tempo mágico …
Desejo a todos um Santo e Feliz Natal e um Ano Novo, de 2007 em tudo melhor do que o anterior.

PS. Regresso em Janeiro, depois de umas reconfortantes férias.

Façam o favor de ser felizes!

Um abraço,

Posted by Pedro Oliveira at 12:30:59 | Permalink | Comments (3)

Monday, December 4, 2006

Mais horas na escola

Aproxima-se o Natal , a festa por excelência das crianças e da Família.

Como está ser ocupado o tempo das nossas crianças no Concelho de Porto de Mós? Uma pergunta que todos os Pais e Encarregados de educação devem perguntar e exigir o melhor para os seus filhos. Este tempo não volta para trás e não se pode recuperar. Recuperamos de uma doença , recuperamos de uma perda traumática , mas nunca, nunca recuperaremos o Tempo. Por isso deve ser bem ocupado e bem passado .

Sensíveis a este apelo , recebi um grande incentivo e concordância da Associação das Famílias Numerosas (APFN) após a leitura do texto publicado no Região de Leiria.

Posted by Ana Narciso at 11:09:21 | Permalink | Comments (2)

Tão pobre

Nunca vi Porto de Mós tão pobre … nem uma estrela luminosa indica a aproximação do Natal.

Pobre Vila forte …

 

Posted by Ana Narciso at 10:53:55 | Permalink | Comments (1) »