Thursday, June 12, 2008

Quem é o Senhor que se Segue?

Os Pescadores “suspenderam” o Peixe. O Governo cedeu e subsidiou!
Os Transportadores “suspenderam” o Combustível e outros bens. O Governo cedeu e subsidiou!
Os Agricultores, estão em lista de espera, para “suspenderem” qualquer coisa. O Governo também vai subsidiar, por uma questão de igualdade!
Quem é o Senhor que se segue?
Cheira a eleições!
O governo pseudo-reformista foi de férias? Ou nunca existiu?
Posted by Luís Malhó in 10:46:36
Comments

4 Responses

  1. Anonymous says:

    Pedro

    Espero tenhas visto o Portomosense - pagina 5 - com o titulo “Porto de Mós - a minha querida terra ” da autoria de Ana Paula Frazão.

    Parece que a pintura está a ficar descorada

    Quid juris Drª Ana ?…

    (as verdades não se desmentem…né?)

  2. Paulo Sousa says:

    Com Alegre a reunir a verdadeira esquerda (até já falam de nacionalizações) com a reformulação do espaço à direita pela nova liderança do PSD, Sócrates está mais só que alguma vez esteve e já não pode recorrer ao autoritarismo que mostrou noutros tempos.
    Perante o bloqueio dos camionistas o Estado devia ter mostrado autoridade para fazer cumprir a lei, uma vez que só as forças de segurança podem obrigar veículos a parar. Mas ele lembra-se do buzinão na ponte 25 de Abril e o que isso significou enquanto fim de ciclo. O Primeiro Ministro está acossado e outras manifestações surgirão. O momento só depende dos resultados da Seleção.

  3. Paulo Sousa says:

    “O primeiro-ministro afirmou, esta quinta-feira, que sentiu o «Estado vulnerável» durante a paralisação das transportadoras e avançou que vai tomar medidas para contrariar a situação. Sócrates disse ainda que quem infringiu a lei vai ser «punido».” TSF

  4. Paulo Sousa says:

    Outra lembrança que empurra o governo para as memórias do buzinão da Ponte, leia-se fim de ciclo.
    http://economia.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1332096
    Porque será que não cumprem a sentença do Tribunal Europeu?
    O Primeiro Ministro teme mas confirma que o Estado na suas mãos fica de facto ‘vulnerável’.

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