O fim do ‘politicamente correcto’ à vista ?
Boris Johnson, o excêntrico candidato conservador, ganhou as eleições para a Câmara de Londres, contra o ‘vermelho’ trabalhista e ex-mayor Ken Livingstone, apesar deste ter feito da capital inglesa a mais cosmopolita metrópole da terra e de ter assegurado os Jogos Olímpicos para 2012.
Boris, como é tratado pelos media ingleses, colecciona gafes e provocações em público. Assume que antipatiza com o politicamente correcto e define-se como sendo “um tipo inteligente que se faz de parvo para ganhar”. A sua vida pessoal está recheada de infidelidades e escândalos, o que incomoda até os seus colegas do Partido Conservador. No entanto foi o escolhido pelo eleitorado.
Há pouco mais de um ano Nicolas Sarkozy, chamou ‘canalhas’ aos grupos de jovens que passavam as noites a incendiar carros às dezenas deixando os subúrbios de Paris em estado de sitio. As suas declarações chocaram o PS francês que prontamente o criticou e o classificou como racista. No entanto foi também o escolhido pelo eleitorado.
Barak Obama, um outsider do establishment político norte americano, pode fazer história como sendo o primeiro negro a presidir os EUA. Na campanha que tem feito nas primárias, aparece sempre à frente de cartazes com a palavra ‘Change’ - Mudança. Contra si, outra candidata do Partido Democrata, corre Hilary Clinton, que poderá ser a primeira mulher a presidir os EUA, mas que representa uma continuidade das receitas do passado. As sondagens dão vantagem a Obama.
Observando todos estes casos, sobresai uma tendência para o eleitorado preferir candidatos que representem algo de novo. O público detesta políticos e está cansado de candidatos previsíveis que, talvez sem se darem conta, tudo o que dizem é já esperado e teoricamente correcto, perdendo assim a espontaneidade de outros que não ousam dizer o que pensam e, mesmo atropelando algumas regras tácitas, mostram sem receio o que são.
Podemos tirar alguma ilação de tudo isto para o nosso país e também para Porto de Mós?
Boris, como é tratado pelos media ingleses, colecciona gafes e provocações em público. Assume que antipatiza com o politicamente correcto e define-se como sendo “um tipo inteligente que se faz de parvo para ganhar”. A sua vida pessoal está recheada de infidelidades e escândalos, o que incomoda até os seus colegas do Partido Conservador. No entanto foi o escolhido pelo eleitorado.
Há pouco mais de um ano Nicolas Sarkozy, chamou ‘canalhas’ aos grupos de jovens que passavam as noites a incendiar carros às dezenas deixando os subúrbios de Paris em estado de sitio. As suas declarações chocaram o PS francês que prontamente o criticou e o classificou como racista. No entanto foi também o escolhido pelo eleitorado.
Barak Obama, um outsider do establishment político norte americano, pode fazer história como sendo o primeiro negro a presidir os EUA. Na campanha que tem feito nas primárias, aparece sempre à frente de cartazes com a palavra ‘Change’ - Mudança. Contra si, outra candidata do Partido Democrata, corre Hilary Clinton, que poderá ser a primeira mulher a presidir os EUA, mas que representa uma continuidade das receitas do passado. As sondagens dão vantagem a Obama.
Observando todos estes casos, sobresai uma tendência para o eleitorado preferir candidatos que representem algo de novo. O público detesta políticos e está cansado de candidatos previsíveis que, talvez sem se darem conta, tudo o que dizem é já esperado e teoricamente correcto, perdendo assim a espontaneidade de outros que não ousam dizer o que pensam e, mesmo atropelando algumas regras tácitas, mostram sem receio o que são.
Podemos tirar alguma ilação de tudo isto para o nosso país e também para Porto de Mós?
Posted by in 23:23:52
Em Inglaterra ao fim de 15 anos os Trabalhistas perderam em toda a linha.
Até o excêntrico Boris ganhou na Capital, Londres.
Ganharam os Conservadores. Mas é importante que se retire uma ilação
desta derrota do ” Labour”;
Os Conservadores de David Cameron conseguiram ao fim de 15 anos mostrar à exigente opinião Pública Inglesa que finalmente podem ser opção credível aos Trabalhistas.
Os Conservadores em Inglaterra concluíram que só poderiam obter uma Vitória se conseguissem credibilizar o Partido e isso foi possível porque todos passaram a respeitar Um líder, David Cameron, que demonstrou estar preparado para Governar o Reino de Sua Magestade.
É bom que este sinal, simples e longínquo sirva para reflexão dos Social Democratas Portugueses. É bom que pensem que o momento do PSD não é para experiências aos Lideres. Esta é mais uma oportunidade para a credibilização do Partido.
E nesta eleição só contam mesmo aqueles que votam. Os militantes.
Por isso estão em cima da “mesa” várias opções, demais…
Mas neste momento só uma pode credibilizar o PSD.
Porque será que os Socialistas (comentadores incluídos) acham que a Dra Manuela Ferreira Leite é a pior opção para o PSD?
Só ganha o País, o Partido que demonstrar à opinião Pública ter credibilidade para o Governar.
A questão Inglesa nunca nos incomodará muito, Eles são muito senhores do seu Estado, se não vejamos pelas normas comunitárias em que os seus membros tem de estar e cumprir acordos, Eles nunca falam a mesma concordata de principios da UE. Nunca é demais lembrar que é o único estado Europeu em que a condução (Automóvel) se faz em sentido contrário aos outros estados membros.
Será que se fosse Portugal não teria sido já obrigado a rever tudo?! e a questão da Moeda Euro?! e tantas coisa mais..enfim. Eles tem muito Mundo a enviar-lhe $$$. todos percebem o que quero dizer..pois a Coroa Britânica soube-se defender.
Em relação, ao nosso pobre Portugal (Para alguns) isto vai de mal a pior. Acredito que a melhor opção de momento para o PSD/PPD, talvez seja M. Ferreira Leite, mas é para ser o Fim dela politicamente, e com os 67-anos…digamos que estamos conversados.
Digo isto porque entendo que se nada houver em contrário o PS vai ganhar novamente as próximas Legislativas com ou sem maioria, a menos que venha alguma tempestade imprevista.
Curioso é o Passos Coelho vir dizer que está aberto ao casamento GAY, nunca será muito credivel esta posição, no entanto era uma lufada de ar fresco na Politica Portuguesa, até porque o Santana L. já se sabe que nunca cumpre mandatos, é mau..
De assinalar que Foi e é muito Mau o Partido não respeitar os votos dos Eleitores, sendo um partido que tem um Baronato capaz de despedir um lider eleito, está condenado, só Um Jardim lhe pode Valer.
Bronca foi agora com a falta de crédito do partido em que para pagar a multa de 270-mil euros referentre ao caso Somague o vai fazer de forma partilhada até 2010 por falta de crédito bancário. Será uma boa imagem para o Partido de credebilidade que tanto se deseja?
Que vai pensar o Povo eleitor?
Os Barões do partido agora não vão fazer um novo encontro em Fátima ou Algarve para salvar o partido desta situação?
Parece a ter cada vez mais o senso de LFMeneses em deixar os Barões a falar e discutir o partido.
Podia não ser Bom, mas teve Juizo.
Resta-me acrescentar que ainda estou para perceber como foi ou é o critério do Presidente da Répública em homenagear pessoas (Caso Somague) uma vez que este senhor foi o previcador do tal financiamento ao PSD/PPD.
O crime compensa?!
Dois dias depois do meu texto:
http://ofuturoeagora.blogs.sapo.pt/22518.html