Thursday, April 24, 2008

Afinal estava ali tão perto…

Há “Guerras” que por teimosia de ambas as partes, demoram demasiado tempo e consomem demasiadas energias, tendo em conta o resultado final.Temos o exemplo da “guerra” entre Professores e Ministério da Educação,em termos Nacionais e, a “guerra” entre executivo Camarário de Porto de Mós e Junta de Freguesia do Juncal.Vale a pena, tamanha “umbiguilidade”?
Posted by Pedro Oliveira in 14:43:02
Comments

11 Responses

  1. Anonymous says:

    pelos vistos há mais presidentes de junta a queixarem-se de uma “guerra surda” com o executivo camarário. Diz-se que certos presidentes de junta só conseguem alguma coisa para as suas freguesias pedindo ás pessoas para irem falar com o todo poderoso Salgueiro, para que este fique com os louros, porque se lá for o presidente da junta a resposta è invariavelmente “não há dinheiro”, para que este fique mal visto perante a sua população, e o Salgueiro como o salvador.

    Wombat

  2. pedrosa says:

    Pedro,não é querer ser mau,mas tenho algumas dúvidas que o pessoal perceba o que quer dizer.E tenho outra dúvida, qual o papel da Concelhia do PSD de Porto de Mós nestas estratégias de negociação com o executivo, ninguém vai acreditar que a concelhia de Porto de Mós do PSD, não esteja sabedora e não seja a “estratega” destes assuntos,pois não?

  3. Anonymous says:

    Aqui está a prova que o Luís Costa tem razão, a união faz a força.Não lhes ligue, são uns invejosos, da teoria politica.

    Artur Fernandes

  4. Rafael Marcelino says:

    Ora vá lá, então, resolveram o Centro de Saúde do Juncal aonde Eu sempre sugeri (Local)porque quanto a obra, Meu Deus, aquilo é uma desgraça.
    Desditosa Pátria que tal Arquiteto formou para fazer um monte de betão daqueles sem jeito nenhum.
    O Local como disse é bom, mas o melhor que podiam fazer em vez de gastar dinheiro ao desbarato era demolir tudo e fazer uma Obra simples e funcional, do que andarem a gastar dinheiro aonde nunca se pode fazer nada de jeito.
    Dizem para ai que o nosso Presidente João Salgueiro não lê este blog, Eu não acredito, mas se é verdade peço a alguém que lhe diga, tenha juizo e deite aquilo abaixo e faça uma de novo que fica melhor e mais barato. Aquilo só precisa de gente séria a fazer o projecto, simples e funcional, quatro paredes, janelas e portas com um primeiro andar.
    Olhem os erros que se tem projectado sem cabeça e agora anda tudo preocupado em relocalizá-los, veja-se;Velório de Porto de Mós, Bombeiros de P. de Mós, fala-se em Mercado, ainda vai vir mais;
    A seguir vai ser a do Velório do JUNCAL, é só dar um tempo mais, veja-se o exemplo de Porto de Mós, só que a do JUNCAL é mais grave.Seria até um bom investimento, localizar o Centro de saúde aonde agora decidiram localizar e ficaria ali tudo junto (Ao lado) incorporado e junto aos Bombeiros, Junta e com uma coisa muito importante Parque de estacionamento.
    Óh meu caro João Salgueiro, pense lá bem a coisa, olhe que o dinheiro gasto no Velório do Juncal dava já para fazer muita parede do novo centro de saúde.
    Não me venha com a conversa da Treta que falta $$$, isso é desculpa mais que esfarrapada.

  5. Rafael Marcelino says:

    Vamos ver se é desta vez que se faz uma obra de jeito no JUNCAL. Esta é a grande oportunidade e a Segurança Social pode-se implicar nesta obra social e demolir de vez aquele montro atrás do Grande J. Coelho da Silva.
    Até Ele nunca gostou daquilo, por isso o puseram de costas à obra (Muito bem).
    Obrigado Pedro Oliveira por trazer esta noticia até aqui, era para dizer mais qualquer coisa mas agora fico-me por aqui, você Pedro vai perceber porquê.
    João Salgueiro, aproveite agora e faça uma coisa Bem feita, senão Eu salto outra vez.

  6. Paulo Sousa says:

    O que disse no local próprio – Assembleia de Freguesia – posso repeti-lo aqui.
    Nos últimos meses no Juncal não se pode falar de Centro de Saúde sem se falar em Guerra. Quem introduziu este termo foi o Presidente da Câmara na Conferência de Imprensa que deu no dia 27 de Novembro no Juncal. No entanto e vendo bem todas as guerras surgem sempre como uma busca de equilíbrio e só terminam quando este se consegue. O solução do problema do Centro de Saúde do Juncal, que continua por resolver, não fazia parte dos planos da Câmara. Quem duvidar pode ouvir a gravação da entrevista dada à Radio D. Fuas durante as Festas do Juncal (posso emprestar), onde João Salgueiro aponta como prioridade para o Juncal a construção de uma nova zona industrial. Isto quando a actual está totalmente desocupada sem que ninguém saiba em concreto se existe algum projecto para lá.
    Com a Carta Aberta à população, a Junta conseguiu colocar o Centro de Saúde na agenda política, e assim estimular o empenho da Câmara Municipal. Sem ela, a solução agora à vista não seria possível. O Presidente classificou esta Carta como “pura manobra política”, mas temos de reconhecer, perdoem-nos a imodéstia, que foi bem sucedida.
    Com os anos que este processo tem, muita água já correu debaixo da ponte, e lembro aqui uma passagem.
    Baseando-se na palavra de um homem de palavra, que adquiriu um terreno e afirmou que pretendia oferece-lo à Freguesia, para que aí fosse construído o Centro de Saúde, a Junta informou a ARS que tinha um terreno para a sua construção.
    Por motivos alheios à vontade da Junta e da Câmara o terreno não pôde ser escriturado em nome da Freguesia.
    Na já referida conferência de imprensa do dia 27 de Novembro, «João Salgueiro, presidente da Câmara Municipal de Porto de Mós, afirmou que a culpa pelo retrocesso na construção do Centro de Saúde “é da exclusiva responsabilidade” da Junta de Freguesia. “A Junta assumiu como certo um terreno sem o possuir.”» (O Portomosense, 29Nov2007).
    Gostava de perguntar ao Sr. Presidente quem é que foi a pessoa que tratou da compra de um outro terreno pela Câmara Municipal e que confina a sul com este? Pelo que foi explicado ao seu então proprietário, este pedaço mais pequeno era necessário para a implantação do projecto. Quem é que foi enganado? Foi a Junta que pôs os pés pelas mãos?
    A culpa de não ser possível utilizar o terreno para o efeito desejado por todos, não foi nem da Câmara nem da Junta, mas perante a saída desta obra do PIDDAC do governo socialista, a preocupação do Sr. Salgueiro foi tentar ilibar-se arranjando um culpado.
    Sr. Presidente, registamos o seu entendimento de representação dos interesses dos seus munícipes perante a Administração Central.

  7. Rafael Marcelino says:

    Deveria-se chamar os Bois pelos nomes, pois o infeliz desaparecido do meio dos Vivos Sr.Comendador João Lopes Coelho da Silva era Homem de palavra e após a sua morte os seus familiares roeram a corda em desmentir a sua doação para os fins que Ele tinha destinado.
    Ai se fosse um Zé qualquer..tinha muito que ouvir.
    Assim a que é..! Foram os Herdeiros de J. Coelho da Silva que deram o dito por não dito sobre o destino do tal terreno para construção futura de um Centro de Saúde no Juncal.

  8. Anonymous says:

    Por falar em herdeiros do Sr. J. Coelho da Silva; como está a situação da casa do capitão? Vai ser reconstruída no mesmo sítio? Estes são os rumores que existem no Juncal…
    A ser verdade é uma vergonha…

    Como diz o Sr. Rafael: “Ai se fosse um Zé qualquer..tinha muito que ouvir.”

    Nuno Santana

  9. Paulo Sousa says:

    Olá Nuno,
    Pelo que sei o proprietário não irá recuperar a casa, embora tivesse autorização por parte da Câmara para o fazer sem recuar um centímetro.
    Quem não conhece o local não sabe do que falamos, mas basta ir ao Juncal e perguntar pela Casa do Capitão que está estacionada na estrada, que todos saberão indicar onde fica.

  10. Rafael Marcelino says:

    Caro Nuno Santana
    Antes demais um abraço e boa Sorte. Meu caro, Eu nada sei como vai isso da casa do Capitão e Alvaro Brito, mas espero que as coisas tenham ou venham a mudar de ideias, já chega de poucas vergonhas no Juncal. Nuno, afinal a minha sugestão que um dia sugeri em aproveitar o actual centro de saúde parece ter pernas para andar, só que como Eu aqui referi são muito curtas, apenas um triste remedeio, mais uma asneira para o futuro.

  11. Rafael Marcelino says:

    Ora esta; estamos em simultânio, Eu e o Paulo. Tá boa esta.Mas pronto, a resposta é esta.Sempre estou para ver o que nos reserva o futuro.
    Aqui, acho Eu, que quem deveria ter uma palavra muito decisiva era a Junta de Freguesia e nunca a C.M.Porto de Mós. Mas Eu tenho cá uma mordidela de uma mosca que isto tem a haver com um ajustamento de apoios etc. a João salgueiro com esta aprovação. Digo eu…no entanto espero que Um dia aquilo vá tudo abaixo para bem da VILA do JUNCAL.

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