Terminou a festa, ratifiquem o tratado se faz favor!
O tratado reformador está assinado pelos 27. O que sei do assunto é o mesmo que a maioria das pessoas, pouco, seguramente, será que me interessa saber mais? Acho que não.
Sei que tem que ver com a organização politica da União Europeia; no que diz respeito à Presidência (deixa de ser rotativa entre os países), as votações vão ter alterações (tem que ver com a população de cada país, em quantidade), alteração no número de deputados e mais uma série de coisas, que acho bem que os políticos decidam a bem do todo Europeu.
Nunca fomos chamados a referendo para coisa nenhuma no que diz respeito à Europa, nem quando aderimos à então CEE, a questão do referendo é uma não questão(em minha opinião), os parlamentos dos vários países que ratifiquem o tratado e o mais rápido possível, para se falar na Europa de coisas mais concretas para a vida dos cidadãos.
O referendo serviria não para ratificar o tratado, pois o “pessoal” não tem interesse nem sabe do assunto, mas para avaliar a prestação dos governos e, isso poderia levar a mais um impasse caso a avaliação dos governos fosse negativa . Por isso não percebo a hesitação, do PSD e do PS em dizer claramente que o tratado irá ser ratificado via parlamento, como fazem por exemplo na alteração da Constituição. Quanto ao Sr. Louçã e Jerónimo de Sousa, gostaria de os ver tão acérrimos defensores de um referendo na Coreia do Norte ou em Cuba!
Não ao Referendo!
Para quê um referendo quando ninguém entende nada daquela trapalhada. Estive a ouvir os Pros e Contras, com alguns bons oradores e anotei esta confusão. Cheguei mais uma vez a ter uma certeza por mim concluida há muito, A Europa UE, continua e continuará a ser mandada de fora para dentro pelos mais poderosos, o resto é Turismo e obediências.
Nós os Europeus estamos sempre a levar com as mexidas nas taxas de juro do Banco C. Europeu devido”Dizem Eles” ao crédito mal parado do Americanos EUA na habitação”, sendo assim que temos nós a ver com isso?! Eles que paguem e controlem o seu défice, isto é Politica? Alguma vez os EUA sofreram ou pagaram os nossos créditos mal-parados?
Enfim,..haja paciência…Mas é bonito ver aqueles Srs. todos em grandes e embelemáticos jantares, todos felizes, grandes ordenados, e tanta gente a morrer de fome e com sofrimento de dor, nem no NATAL há tolerância. Quanto custou esta grandeza toda?
o meu vai dar banho ó cao ………
Por mim quero um referendo porque posso ter a liberdade e o direito de dizer Sim e dizer Não; e foi promessa eleitoral para muitos!
um referendo normalmente coloca uma situação e o contrário. quem votar não, vota em quê? qual a alternativa? voto contra a IGV, porque ou há IGV ou não há. Voto contra a regionalização, porque ou há ou não há. voto contra o tratado de lisboa e o que há em alternativa? sairmos da UE? por amor de Deus? tenham juízo e deixem de ir atrás de louçãs e de marques mendes.O sócrates também prometeu não aumentar impostos e depois? Sowmass, ninguém liga a pronmessas eleitorais, a malta quer é os problemas do dia a dia resolvidos, agora referendos a tratados…! façam um referendo ao tratado do euribor!BE e PC’s num país de jeito já faziam parte de um museu de arte antiga…infelizmente o PS e o PSD também querem ir para a prateleira politica, e depois não se queixem!
Artur Fernades
Acha que o Tratado Reformador deve ser referendado?
Não. Nos referendos deve haver alternativas claras. Optamos por a ou por b? Qual é a alternativa para Portugal ao Tratado de Lisboa? É escolher o mesmo caminho da Noruega ou da Suiça? Não sabemos. E por isso não podemos escolher, votando.
Não realizar o referendo não é uma quebra de mais uma promessa eleitoral?
Se chegarmos à conclusão que uma determinada promessa deve ser posta de lado a bem do País não vejo razões para que não se possa fazer, desde que tal seja bem explicado. É igualmente democrática a ractificação na Assembleia da República. E a experiência em Portugal mostra que as pessoas querem muito os referendos mas depois não vão votar.
in http://aeiou.expresso.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=ex.stories/193102
Entrevista ao ex-ministro Luís Campos e Cunha, interessante a opinião sobre o TVG e o défice.